| Grã-Bretanha pede desculpas ao Vaticano por documento ofensivo |
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| Escrito por Administrator | |||
| Qui, 29 de Abril de 2010 11:10 | |||
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Abaixo duas notícias interessantes. Na primeira, embora a idiotice do repórter, constata-se mais uma vez a crescente aproximação de Londres e Roma. Se Deus quiser, não demora muito e as Igrejas Católica e Anglicana voltarão à união total. Na segunda, também uma constatação: a imensa maioria dos sacerdotes é fiel, o problema da pedofilia é universal e tenta-se impingir isso só aos membros do clero católico, num claro interesse de combater não só a Igreja, mas o cristianismo. Samuel
Grã-Bretanha pede desculpas ao Vaticano por documento ofensivo Para o Vaticano o assunto está encerrado ROMA, quarta-feira, 28 de abril de 2010 (ZENIT.org). - Para a Santa Sé, "o assunto está encerrado", afirmou o porta-voz da Sala de Imprensa, Pe. Federico Lombardi, após a publicação, no sábado passado, de um documento do Foreign Office ofensivo ao Papa, e a imediata retratação por parte do governo britânico. O documento em questão, sobre a próxima visita apostólica do Papa Bento XVI à Grã-Bretanha, foi redigido por um funcionário do Foreign Office, e a informação vazou na mídia. Com o título de "A visita ideal", o texto ridiculariza a figura do Papa e a doutrina católica, sugerindo, entre outras coisas, que se lance uma marca de preservativos com o nome do Papa e que se inaugure uma clínica de abortos em comemoração à sua visita. No mesmo sábado, 24 de abril, o embaixador inglês junto à Santa Sé, Francis Campbell, dirigiu-se pessoalmente ao Vaticano para explicar o caso e apresentar um pedido formal de desculpas em nome do governo britânico. O Foreign Office afirmou posteriormente, em um comunicado, que se trata de "um documento estúpido", que "não representa de forma alguma as posições do Foreign Office nem do governo britânico". O porta-voz da Santa Sé assegurou que o incidente "não trará maiores consequências para a visita do Papa à Grã-Bretanha. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ “Entre os 400 mil sacerdotes da Igreja, pouquíssimos falharam” Fala o bispo da diocese mexicana de Colima COLIMA, quarta-feira, 28 de abril de 2010 (ZENIT.org).- O bispo da diocese de Colima (México), Dom José Luis Amézcua Melgoza, pediu perdão a todos aqueles que se sentiram ofendidos pela conduta de alguns sacerdotes, mas deu graças a Deus pelo fato de que a maior parte dos presbíteros tem cumprido sua missão. Em um comunicado publicado no site da diocese, o bispo afirmou que a Igreja deve estar comprometida com a verdade e aceitar que o pecado existe entre seus membros; mas, por outro lado, repudiou as "meias-verdades" que circulam sobre as acusações de abusos sexuais cometidos por sacerdotes. Dom Amézcua Melgoza afirmou ser amplamente reconhecido que, dentre os mais de 400 mil sacerdotes da Igreja Católica, "é muito pequeno o número daqueles que falharam e que, por associação, muitos são rotulados como culpados". "É imensamente maior o número de sacerdotes que permanece na fidelidade a Deus." Na carta publicada no site, que foi lida pessoalmente pelo bispo no domingo passado, é mencionada a situação do Pe. Audón Serratos, hoje vigário da Igreja do Senhor da Misericórdia em Villa de Álvarez, que na semana passada foi acusado pela Rede de Sobreviventes de Abuso Sexual por Sacerdotes (SNAP, em inglês) de ter supostamente abusado de uma menina de menos de 15 anos. Neste sentido, Amézcua Melgoza sustentou que o caso do Pe. Audón Serratos terminou em juízo absolutório na União Americana há sete anos, "e desde então ele continua seu ministério na luta pela fidelidade. Os muitos sacerdotes e fiéis leigos que dão testemunho fiel não são notícia nem fazem o capital crescer", disse o purpurado mexicano. Acrescentou que, quando um membro da Igreja Católica comete um erro, este é sempre destacado e ampliado, e sustentou ser "evidente" que a tempestade de acusações contra a Igreja "denota uma campanha clara contra ela. Todos os dias, vemos os meios de comunicação apontarem para os erros de membros da Igreja. O crente, seguidor de Jesus Cristo, busca discernir a verdade objetiva, não aquela fabricada por outros". Logo depois, em sua mensagem, o titular da diocese de Colima estabelece que o problema da pedofilia não afeta unicamente a Igreja, "mas sim acomete toda a sociedade e deve ser combatido com sinceridade e eficácia". "Para isso, precisamos de coragem, perseverança e oração. Sabemos que é necessário agir com urgência, buscando medidas adequadas a respeito da formação dos candidatos ao sacerdócio, bem como junto às famílias e no trabalho; reconhecemos que se torna necessário responder diante de Deus e diante dos tribunais, quando necessário." Dom Amézcua Melgoza argumentou ainda que o sacerdote ou religioso que não cumpre com seus votos "viola a santidade do sacramento da Ordem, pelo qual o próprio Cristo se faz presente entre nós".
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